O portal Liberdade de Imprensa bateu um papo com o deputado estadual Jurandy Oliveira (PSB). Na conversa, o parlamentar detalhou a história política pessoal, bem como os avanços pela Bahia em seus mandatos.
Assista:
Após o hospital Florida AdventHealth Celebration, em Orlando (EUA) negar que Jair Bolsonaro (PL) estaria internado, o ex-presidente publicou nesta segunda-feira (9) uma imagem em que aparece num leito de hospital. Na publicação, ele diz que teve uma baixa hospitalar e agradeceu as orações.
No post, ele cita o episódio de 2018, quando levou uma facada em um ato antes das eleições. “Após facada sofrida em Juiz de Fora/MG, fui submetido a 5 cirurgias. Desde a última, por 2x tive aderências que me levaram a outros procedimentos médicos. Ontem nova aderência e baixa hospitalar em Orlando/USA. Grato pelas orações e mensagens de pronto restabelecimento”, disse na publicação.
Mais cedo, a ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, chegou a pedir orações ao ex-presidente em publicação no Instagram.
Veja:
– Após facada sofrida em Juiz de Fora/MG, fui submetido à 5 cirurgias. Desde a última, por por 2x tive aderências que me levaram à outros procedimentos médicos.
— Jair M. Bolsonaro 2️⃣2️⃣ (@jairbolsonaro) January 10, 2023
– Ontem nova aderência e baixa hospitalar em Orlando/USA.
– Grato pelas orações e mensagens de pronto restabelecimento. pic.twitter.com/u5JwG7UZnc
O número de manifestantes presos após participarem dos protestos, em Brasília neste domingo (8) subiu para 1.500. Destes, 1.200 estavam no acampamento montado em frente ao QG do Exército e foram detidos na manhã desta segunda-feira (9), durante a operação que desmobilizou o acampamento.
Os outros 300 começaram a ser presos em flagrante desde ontem e já estavam na sede da Polícia Civil do Distrito Federal.
Os presos por invasão e depredação de prédios públicos estão sendo transferidos para o Complexo Penitenciário da Papuda e para a Colmeia, penitenciária feminina do Distrito Federal.
Na noite desta segunda-feira (9), a Câmara aprovou intervenção federal na segurança pública no DF.
O decreto que propõe intervenção federal na Segurança Pública do Distrito Federal (DF) será apreciado nesta terça-feira (10) no Senado Federal, após os protestos que ocorreram no último domingo (8), nas sedes dos três Poderes – Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.
O documento foi assinado pelo presidente Lula (PT) e será analisado pelos senadores a partir das 11h. A Câmara dos Deputados aprovou na noite de segunda-feira (9) o decreto, em votação simbólica, isto é, quando não há a contagem de votos de cada deputado.
Caso os congressistas deem o aval positivo para a medida, o governo federal assume a responsabilidade da segurança pública na capital do Brasil até o dia 31 deste mês. O texto do decreto afirma que o objetivo da ação é “pôr termo a grave comprometimento da ordem pública do Distrito Federal, marcada por atos de violência e invasão de prédios públicos”, diz documento.
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocou neste domingo (8), o Congresso para analisar o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) impondo uma intervenção federal no Distrito Federal, após uma série de atos criminosos e de vandalismo cometidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O decreto presidencial justifica a intervenção para “pôr termo a grave comprometimento da ordem pública”. Neste caso, a intervenção depende da aprovação do Congresso. Segundo o ato convocatório, o Congresso fica convocado “durante o prazo necessário” para decidir sobre o decreto. Os parlamentares não receberão ajuda de custo para o comparecimento durante a convocação extraordinária.
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Garcia Cappelli, foi nomeado como interventor e exercerá o controle operacional de toda a segurança pública do Distrito Federal. Ele responderá diretamente à Presidência da República e poderá requisitar servidores e recursos financeiros e tecnológicos de órgãos civis e militares da administração pública.