Pichadora da estátua da Justiça no 8 de janeiro diz que não fazia ideia do valor simbólico

A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, presa durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e acusada de ter pichado a estátua “A Justiça” em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que “não fazia ideia do bem financeiro e do bem simbólico” do monumento. A declaração aconteceu durante interrogatório.

Débora é acusada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter aderido ao movimento golpista para impedir a posse do presidente eleito. Ela chegou a declarar que se instalou no acampamento em frente ao QG do Exército, em Brasília, na véspera dos atos golpistas do dia 8 de janeiro.

“Eu queria dizer que não foi premeditado. Sou cidadã de bem. Quando eu me deparei lá em Brasília, no movimento, eu não fazia a ideia do bem financeiro e do bem simbólico daquela estátua. Quando eu estava lá já tinha uma pessoa fazendo a pichação. Faltou talvez um pouco de malícia da minha parte. Porque ele começou a escrita e falou assim: ‘Eu tenho a letra muito feia, moça, você pode me ajudar a escrever?’ E aí eu continuei fazendo a escrita da frase dita pelo ministro Barroso”, disse.

Related posts

Administrado pela Fabamed, 16º Centro em Salvador fortalece cultura de qualidade durante visita de avaliadores técnicos

Julia Zanatta foi pega de surpresa por apoio de Eduardo Bolsonaro a vice de Flávio

Nova votação da 6×1 na Câmara aumenta pressão sobre Alcolumbre, avaliam aliados de Lula