Binho Galinha grava vídeo antes de ser preso e nega acusações: “Se eu fosse miliciano, não teria voto do povo”

O deputado estadual Binho Galinha (PRD) foi preso na última sexta-feira (3) em Feira de Santana (BA), durante a Operação Estado Atômico, que é parte da Operação El Patrón.

As investigações apontam crimes como lavagem de dinheiro, agiotagem, jogo do bicho, tráfico de drogas e venda ilegal de armas.

Antes de se entregar ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), ele postou um vídeo nas redes sociais negando ser o líder da organização criminosa, e pediu apoio à população que votou nele.

“Se eu fosse miliciano, se eu fosse extorquidor, se eu fosse agiota e tivesse tomado as coisas dos outros, vocês acreditaram que eu ia ter essa quantidade de votos? Eu não tenho família política, não tenho tradição política. A Justiça tá aí pra fazer o que é certo”, disse.

Related posts

Pesquisa da Fundaj inspira projeto de lei de Cardeal da Silva para fortalecer economia local por meio de moeda social

UPA Brotas completa 10 anos com mais de 10 mil atendimentos mensais e reforça papel estratégico na assistência de urgência em Salvador

Marcelle Moraes cobra rigor em investigação de mulher suspeita de torturar e matar animais para produção de vídeos