Muniz defende que celulares não sejam usados em sala de aula

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), defendeu que aparelhos de celulares não sejam utilizados em sala de aula.

“O uso de celular e de qualquer aparelho eletrônico que venha a beneficiar o ensino, poderemos ser a favor, mas não defendo se for algo que prejudique o aluno na sua atenção. Nós temos que dar exemplo, principalmente na educação municipal. O povo de Salvador merece isso e espera atitude dos seus comandantes”, disse o tucano.

A declaração do chefe do Legislativo está relacionada a um projeto de lei nº 104/2015, que tramita no Congresso Nacional. A proposta foi aprovada no dia 30 de outubro pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

A exceção, de acordo com o documento, é o uso do celular para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da Educação Básica; e ainda nos casos de acessibilidade, inclusão e condições médicas.

De acordo com o presidente, a Câmara de Salvador tem um projeto sobre o tema. “Se a lei federal for aprovada não é necessário tratar sobre esse tema no município. O que será preciso é respeitar a lei”, disse nesta quarta-feira, 26.

A proibição é defendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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