Câmara: presidente do Benin receberá Título de Cidadão Soteropolitano

A Câmara Municipal da capital baiana pode conceder o Título de Cidadão de Salvador ao Presidente do país africano Benin, Patrice Talon. O encaminhamento do pedido foi realizado pelo presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), nesta quarta-feira, 15.

O chefe do Executivo do Benin está com viagem marcada para Salvador este mês. Patrice chega à capital baiana no próximo dia 25 e ficará até o dia 27.

Na cidade, Talon passará pela Casa do Benin, museu administrado pela Fundação Gregório de Mattos (FGM), com o objetivo de preservar a relação histórica. O presidente também visitará outros espaços culturais da cidade e receberá títulos e honrarias na Câmara Municipal de Salvador (CMS).

O gestor de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), já recepcionou a comitiva de representantes do Benin no início do mês para organizar a visita do presidente do país do Oeste africano à cidade.

“O presidente Patrice Talon não poderia deixar de vir à Bahia. A intenção é, cada dia mais, estreitar as relações históricas. É essencial para o Benin que essa relação com o Brasil sempre passe pela Bahia”, disse Sacramento.

“Salvador é a referência mais negra fora da África para o povo africano, principalmente para o povo Jeje, que é o povo beninense. Porque, assim como aqui ficou marcada a cultura Jeje, com uma influência fortíssima, lá também existe uma influência soteropolitana, levada pelos retornados, que são chamados de ‘agudás’. Eles levaram daqui os hábitos baianos para o Benin, então lá se tem como referência Salvador, e isso precisa ser resgatado”, completou.

Título de Cidadão

A honraria é concedida pela Casa a pessoas nascidas fora da capital baiana e que tenham prestado relevantes serviços ao município de Salvador.

Related posts

Mutirão da Saúde da Mulher acontece neste sábado (21) no Multicentro Liberdade

Na ALBA, Samuel Jr. afirma que escolha de trans para presidência da Comissão da Mulher na Câmara é retrocesso

Trump volta a falar em conquistar Cuba, que vive crise: ‘Posso fazer o que eu quiser’