Brasil é convidado para cúpula no Egito que discutirá crise em Gaza

O Brasil foi convidado pelo Egito para participar de uma cúpula internacional sobre a crise envolvendo Israel e o grupo terrorista Hamas, no próximo sábado (21), em Cairo.

O evento foi organizado às pressas diante da escalada do conflito na região nos últimos dias. O foco principal será abordar a atual crise na Faixa de Gaza.

O convite feito pelo Egito foi endereçado ao presidente Lula, mas, como o petista está em processo de recuperação, o chanceler Mauro Vieira foi designado para representar o Brasil na cúpula.

O ministro deve viajar de Nova York para a capital do Egito, Cairo, e, ao final da cúpula, a previsão é que retorne para Nova York para dar continuidade as agendas no Conselho de Segurança da ONU.

Além de autoridades do país que vai sediar o encontro, outras nações árabes e da região do Golfo também estarão presentes – entre elas Iraque, Turquia e Catar.

A Espanha, que está na presidência rotativa da União Europeia, também recebeu o convite de autoridades egípcias para participar do evento, assim como a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. O Brasil ainda não definiu quem será o representante enviado para a cúpula.

Um dos motivos que fez o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, manifestar interesse em organizar a reunião internacional foi a pressão enfrentada pelo país para permitir que cidadão civis que estão na Faixa de Gaza cruzem a fronteira do país.

Mesmo diante dos pedidos internacionais, como do Brasil, para a abertura de um corredor humanitário, as autoridades egípcias ainda resistem em definir um momento para isso.

O governo do Egito diz que o encontro terá o objetivo de tratar de questões que possam intensificar os contatos para prestar a assistência humanitária necessária para a região da Faixa de Gaza.

Related posts

Mutirão da Saúde da Mulher acontece neste sábado (21) no Multicentro Liberdade

Na ALBA, Samuel Jr. afirma que escolha de trans para presidência da Comissão da Mulher na Câmara é retrocesso

Trump volta a falar em conquistar Cuba, que vive crise: ‘Posso fazer o que eu quiser’