8 de janeiro: Léo Índio busca refúgio na Argentina

O sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos atos do 8 de Janeiro, afirmou que foi buscar exílio na Argentina.

Ele usou o nome “Léo Bolsonaro” para explicar fuga ao país de Javier Milei. Léo Índio deixou o Brasil há 22 dias e pediu asilo por “perseguição política”. O requerimento será analisado pelo governo Milei.

Léo Índio foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por associação criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

Em fevereiro, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, torná-lo réu. A defesa recorreu por considerar que não cabe ao Supremo analisar o caso, já que ele não tem foro privilegiado. A Primeira Turma do STF formou maioria para rejeitar o recurso.

Léo, que foi eleito no ano passado suplente de vereador em Cascavel, no Paraná, chegou a postar em uma rede social imagens dele com os olhos vermelhos em cima do Congresso Nacional e próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 8 de janeiro de 2023 em Brasília.

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